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A Transformação Digital e a Era da Atenção no negócio de Correspondente Bancário

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Você deve ter acompanhado uma entrevista recentemente para o Jornal Estadão, na qual o presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal declarou que “a transformação digital no setor bancário é algo que angustia toda noite”.

E, de fato, a velocidade com a qual as fintechs, bigtechs e outras com a essência “be digital” estão invadindo e revolucionando todo o mercado financeiro vem causando pressão para que as instituições financeiras tradicionais passem a se enxergar, se posicionar e se transformar para o digital.

Em outras palavras, inovar passou a ser uma necessidade fisiológica para as organizações tradicionais que desejam se manter competitivas no setor bancário.

Neste artigo, trago insights sobre como você pode aplicar estratégias de transformação digital ao seu negócio de correspondente bancário, com um mergulho na Era da Atenção.

Não esqueça de colocar a sua opinião nos comentários abaixo, ⬇ pois é a sua opinião que nos ajuda a rechear esse blog de conteúdo!

Tudo começa pela cultura

Quando a gente “desmonta as pecinhas” dessa grande engrenagem que é o mercado financeiro e olha para dentro da área de crédito, muito se pode aprender com as empresas de tecnologia financeira.

Sobretudo, o primeiro, e talvez principal pilar da transformação digital não diz respeito à tecnologia, mas à uma mudança de cultura.

Colocar as pessoas ao centro de todas as ações e a elas procurar oferecer o melhor possível para atrair a sua atenção.

Ok, isso não é novidade. Afinal, quem nunca ouviu a frase: “o cliente tem sempre razão”? Philip Kotler fortaleceu esse princípio em Marketing 2.0 e atravessamos os anos focados na Era do Consumidor.

Até que a Era do Consumidor foi evoluindo e ganhando novas camadas. Amadureceu, eu diria. E vem mudando em transições cada dia mais rápidas. 

A gente saiu de um modelo de relacionamento “mimado”, no qual o cliente podia ser visto, muitas vezes, como uma parte autoritária da relação, passou por um momento de educação do consumidor com a Era da Informação e transitou  para um modelo de relacionamento “de conquista”, o customer experience

Chegamos à Era da Experiência acumulando e incorporando um pouco de cada fator de mudança desde a Era do Consumidor e entendendo cada vez mais a importância do fator humano nas relações comerciais.

O Customer experience (CX) ou experiência do consumidor, diz respeito a lidar de forma emocional com o cliente, durante toda a sua jornada, desde o primeiro ponto de contato. É um modelo de relacionamento norteado por lealdade, respeito e reciprocidade. 

E quando a gente traz esse conceito para o “relacionamento digital”, encaixa o UX (Experiência do Usuário) e o Neuromarketing.

Me arrisco a prever que a Era da Experiência também já está se tornando camada para uma nova era: a Era da Atenção.  

Assim como está ocorrendo em diversos mercados, setores e áreas, quando o correspondente bancário percebe que precisa se tornar digital para sobreviver, a transformação digital entra em ação como um fio condutor que coloca a tecnologia aos préstimos do consumidor.  

Ela carrega em seu DNA o acúmulo de eras e evoluções que modificam a forma de fazer marketing nas relações humanas. E ela se renova a cada dia, como um organismo vivo. 

 

E como ganhar a atenção dos consumidores?

A Era da Atenção traz o desafio de captar e prender o consumidor por mais de 3 segundos. 

Eu costumo fazer uma analogia:

Imagine um motorista dirigindo um carro em uma estrada, numa velocidade de 90 km/h que se depara com um outdoor.

É mais ou menos assim que ocorre quando “rolamos o feed”. 

Portanto, quando você pensar em produzir conteúdos para as redes sociais e quiser “chamar a atenção” da sua audiência, todos os elementos e a mensagem precisam ser transmitidos em menos de 3 segundos.

Assim como num outdoor. Mas para incrementar ainda mais este desafio, imagine que diferentemente de um motorista em uma estrada que provavelmente estará concentrado, as pessoas rolando o feed estão cada vez mais distraídas. 

Uma solução? Falar menos sobre quem você é e mais sobre o que o seu consumidor necessita. Aqui já entra a preocupação de criar uma ótima headline. 

Para criar uma ótima headline você pode combinar algumas estratégias, como:

  • SEO: encontrar as palavras-chave que se conectam com o seu público, entendendo como funcionam os motores de busca;
  • Copywriting: se conectar e instalar atenção e desejo na mente do público;
  • Segmentação: analisar e usar dados estratégicos dos consumidores, gerando insights que levem à empatia.

No projeto Correspondente Bancário Digital, por exemplo, nós combinamos toolset e skillset para gerar projetos com identidades exclusivas e atraentes. 

E a headline é sem dúvida um dos pontos principais a serem trabalhados quando se pensa em marketing de atração e comunicação pela Internet.

Ela funciona como o “letreiro da fachada” do seu negócio e conduz o consumidor do primeiro ponto de contato até o “interior da sua loja”.

Ok, você despertou a atenção do seu público. E depois?

O próximo passo é trabalhar os conteúdos que transmitam a sua proposta de valor e que te permitam gerar relacionamentos. E nesta etapa, a atenção do consumidor deve entrar com todas as suas “camadas de eras” adquiridas ao longo do tempo. 

Quando você consegue a atenção do cliente, significa que conseguiu gerar empatia e você transmite a ideia de que valoriza o tempo, os sentimentos e a história  do seu consumidor. 

E se por um lado, na Era da Consumidor fazia sentido pensar em: “O cliente tem sempre razão”, na Era da Atenção, podemos requentar uma velha frase de Aaron Burns que diz: “Você nunca tem uma segunda chance de causar uma boa impressão”.

 

Não é só tecnologia

Como você já percebeu, a transformação digital de um correspondente bancário não contempla somente a criação de um website ou aplicativo, mudança de processos legados para integração orientada por APIs, digitalização e/ou armazenamento em nuvem. 

Ela se inicia na mudança de cultura, passa por um conjunto de estratégias para atrair a atenção do consumidor, juntamente com a manutenção dessa relação que é a entrega de valor, emprega ferramentas, processos e tecnologias que agilizam e simplificam a forma como as pessoas solicitam crédito e finalmente, propicia a redução de custos e a escala da produção.  

Mas não termina por aí. A transformação digital é um organismo vivo, lembra? A segunda fase é a maturidade digital. Afinal, negócios digitais requerem aperfeiçoamento, avaliação, análise e inovações constantes. 

 

Projeto Correspondente Bancário Digital

O projeto Correspondente Bancário Digital nasceu para atender às necessidades dos correspondentes bancários que ainda atuam na área de crédito, dependendo de métodos tradicionais de prospecção de clientes e que desejam migrar para o digital.

Sabemos que o mercado bancário encontra-se angustiado com a necessidade de mudança para o digital. E temos hoje no imenso setor de correspondentes bancários, a dependência da prospecção de clientes por meio de telemarketing.

O que eu vou dizer agora é uma realidade muito triste para muitos profissionais: O telemarketing está fadado a acabar. Veja bem, eu não estou agourando. Quem vai por fim à essa estratégia de prospecção será a legislação “Não Perturbe” e a indisposição cada vez maior dos consumidores com o marketing de invasão, dentre outros fatores. 

A transição do tradicional para o digital não acontece do dia para a noite, mas o quanto antes se iniciar, melhor será o posicionamento do Correspondente Bancário lá na frente quando o telemarketing já não fizer mais sentido.

Ah, eu não te contei, mas a transformação digital anda de mãos dadas com o posicionamento da sua marca. E nós trabalhamos com essas duas estratégias em conjunto durante a implementação e manutenção dos projetos que criamos. 

No projeto Correspondente Bancário Digital cada empresa traduz a sua personalidade e agrega a ela uma nova forma de captar clientes tomadores de crédito.

Nós também utilizamos ferramentas de Inteligência Artificial, dados para gerar novos insights e novas vendas.

Ee você quiser saber um pouco mais sobre o projeto Correspondente Bancário Digital, e entender como podemos te ajudar a fazer a transição do tradicional para o digital clique neste link e saiba mais.

 


Siga-nos no Instagram: @viverdecredito.

Um forte abraço.

Rosa Oliveira
CEO & Gerente de Projetos Digitais da Viver de Crédito

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