5 tendências do mercado fintech para o Correspondente Bancário se inspirar

Você acompanha às atualizações do mercado de crédito? Sabia que o mercado das fintechs pode ser muito inspirador? 🙂🙂

Em entrevista na última semana para o portal da Revista PEGN, Bruno Diniz, professor da temática fintech da FGV, falou sobre o que o mercado das fintechs pode esperar para os próximos anos.

Baseada nas tendências observadas pelo professor para o promissor Mercado de Fintechs, selecionei 5 inspirações para o Correspondente Bancário alavancar e modernizar os seus negócios.

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tendências fintechs e correspondentes bancários
Segundo o professor Bruno Diniz, o mercado de soluções financeiras está muito aquecido e as fintechs só tendem a crescer nos próximos anos, já que seu setor oferece um modelo democrático de acesso ao crédito.

Além disso, a regulamentação para atuação independente dos bancos por estas startups financeiras, abriu um leque de oportunidades para o mercado, mudando a forma como os clientes se relacionavam com os bancos e que passou a colocar o cliente com maior protagonismo nas operações e menos submisso na negociação do crédito.

Achei as 5 tendências levantadas pelo professor muito interessantes, e por isso, resolvi trazer à reflexão para o nosso mercado:

1- Parceria

Um movimento que já vem sendo adotado pelos principais países do mundo é o de parceria entre empresas primas.

Ao invés de se dispersar num portfólio repleto de linhas de crédito, que tal se juntar a outros Correspondentes Bancários e cobrir produtos que você não atua?

Dessa forma, você mantém o foco de forma mais eficiente no nicho que escolher e ajuda a movimentar o ciclo de atendimento ao cliente, de forma mais eficaz.

2- Agentes de crédito (autônomos internos)

Assim como os bancos grandes estão criando suas fintechs internas, como é o caso do Bradesco com a startup Next, correspondentes bancários maiores podem adotar a ideia para investir em agentes de crédito autônomos internos.

Criando microorganismos de suas operações, em modelos de home-office, a baixo custo, expandindo suas operações a outras regiões e com contratos de “PJ”. Uma espécie de substabelecido de correspondente bancário.

3- Negócios das redes sociais

Estar atentos às oportunidades de negócios e investimentos por parte de empresas maiores no segmento. Assim como as fintechs, se sintonizar com as novidades do mercado e dos gigantes, seja em investimentos, patrocínios ou parcerias, como já citado e usar as redes sociais para reforçar seu posicionamento e relacionamento com usuários e outros stakeholders*.

(*) “Os stakeholders (partes interessadas, em português) são as pessoas e as organizações que podem ser afetadas por um projeto ou empresa, de forma direta ou indireta, positiva ou negativamente. Os stakeholders fazem parte da base da gestão de comunicação e são importantes para o planejamento e execução de um projeto.”

4- Crédito

Da mesma forma que a nova regulamentação das fintechs veio para favorecer e muito, as fintechs de crédito no Brasil, há outros aspectos que vieram para favorecer nosso segmento nos próximos anos.

Basta observarmos as propostas dos candidatos à presidência do país – cuja eleição se iniciará em outubro p. futuro – para perceber que todas as propostas incluem a expansão do crédito no país dentro do programa de governo.

Ou seja, o mercado que já vem em alta, possivelmente receberá mais incentivos ainda.

5- Versão fintech

Se atuarmos com a nossa velha e boa artesanalidade de correspondente bancário, mas com o mindset tecnológico das fintechs, nos atualizando para o mundo digital, inclusive, ou, não descartando, tendo linhas de crédito por meio de afiliação, temos tudo para encontrar um mundo de possibilidades.

Convido você a assitir ao meu vídeo “5 TENDÊNCIAS DO MERCADO FINTECH PARA O CORRESPONDENTE BANCÁRIO SE INSPIRAR”: 


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Um forte abraço.

Rosa Oliveira
CEO & Gerente de Projetos Digitais da Viver de Crédito