Sindrome do: Eu pensei nisso antes

Será que pensou mesmo?

A gente, às vezes, se apaixona tanto por uma ideia, que acaba desenvolvendo um tipo de posse que paralisa o seu  amadurecimento.

Uma espécie de amor platônico que nos faz preservar a ideia em um vidrinho de modo que somente a gente possa contemplá-la… aí desperta um medo infundado de que alguém roube a nossa brilhante ideia.

E nada acontece. E o tempo passa. E a ideia envelhece. Ou morre! Você vê novos negócios surgindo e pensa: eu tive essa ideia antes!

Já tive a síndrome do: “eu pensei nisso antes”, e quem nunca?

Neste artigo falo sobre como testar uma ideia rapidamente, analisar se ela atende as demandas do mercado ou se é uma ideia inútil e se desapegar do medo da sua ideia ser roubada.

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Descubra se a sua ideia tem demanda

Uma ideia que pode parecer inovadora para você, pode ser inútil ao mercado. A melhor forma de validar se uma ideia é inovadora é submetê-la à validação comercial.

Você não precisa criar uma grande estrutura para validar a sua ideia, um protótipo simples é o suficiente para testar.

Perguntas que podem ajudar a entender se sua ideia é viável e ao mesmo tempo inovadora:

  • é uma continuação ou alternativa a algo que já existe?
  • resolve algum problema?
  • qual público ela atende?
  • o que seus amigos ou familiares acharam da ideia?
  • ela tem chance de se tornar rentável?

Sobre o que seus amigos e familiares acham, ao mesmo tempo em que a maioria vai torcer o nariz, dizer que sua ideia não faz sentido e te desanimar, é uma importante fonte de “filtros” para você aplicar e lapidar a sua ideia.

Não deixe de fazer essa validação interna. E, inclusive, se a maioria for contra, pode significar que você está no caminho certo, que está inovando, que está pensando em algo antes, ou, que pode você ser quem colocará em prática antes.

E podem mesmo roubar a sua ideia…

No decorrer destes 11 anos atuando como Correspondente Bancária, já passei por situações nas quais entendi na prática, tanto o lado bom de ter uma ideia roubada, quanto o lado ruim.

Nesta trajetória passaram pessoas que se aproveitaram de amizade pessoal para espionar ao meu negócio e na surdina, abrir outro igual.

Igualmente ocorreu com colaboradores, sócios e parceiros aos quais treinei, aos quais doei o meu conhecimento, bastidores e estratégias, e que ao encerrar sua jornada comigo ou minha empresa, decidiram se tornar meus concorrentes.

É claro que eu senti muita raiva, num primeiro momento. Mas com o tempo, o amadurecimento profissional me fez compreender que era preciso deixar de lado o ego, o ressentimento e a ideia do “eu pensei antes nisso” e seguir em frente.

Isso tudo é absolutamente normal!!!

A verdade é que lançar uma ideia no mercado que seja inédita é muito raro. Tudo já está estabelecido. Você pode criar versões melhoradas de negócios e é aí que moram os detalhes.

Se a sua ideia não é inédita, você precisa encontrar maneiras de “pensar fora da caixa”, de fazer o que ninguém está fazendo, ou seja, não basta ter uma ideia, ela precisa de fato ser inovadora.

E ela vai ser copiada, copiada, copiada e copiada muitas vezes, a cada vez que você lançar.

E esse é mais um motivo para considerar a síndrome do “eu pensei nisso antes” como prejudicial, porque ela é uma limitadora de mindset.

Foque em criar inovação. Mas não se prenda à sua ideia. Lance-a o mais rápido possível. Depois inove dentro da sua inovação. E seu desafio será o de nunca deixar que a sua ideia envelheça.

Nade sempre para o Oceano Azul!

Concentre-se no que você é bom e delegue todo o resto!

Essa frase é de Steve Jobs, uma das mentes mais brilhantes e revolucionária que já existiu. Imagine se Jobs ficasse preocupado com os imitadores da sua ideia?

A Aple não seria hoje uma das empresas mais inovadoras do mundo. E a cultura de inovação é tão forte que ninguém a alcança.

Se estiver iniciando como Correspondente Bancário, busque o máximo de conhecimento sobre o negócio.

Entenda como funciona uma operação de crédito, os processos, a prospecção de cliente, encontre os parceiros certos.

Estruture a gestão do seu Capital de Giro, das tecnologias que irá empregar, obtenha a certificação obrigatória e siga à risca a Resolução, colando a ética acima de tudo sempre.

Pense no funcionamento como um todo, em todos os convênios aos quais irá trabalhar, quais dores e desejos irá solucionar, eventuais ameças e problemas que possam ocorrer.

Foque-se no objetivo central do negócio e terceirize o que não puder fazer. Não queira “abraçar o mundo com as pernas”.

É preciso se conhecer muito bem, entender e reconhecer suas fraquezas e, se possível, colocar os melhores para cuidar daquilo que você não é tão bom, sem medo de roubarem suas ideias.

Não se preocupe com isso. É sério. Ninguém quer roubar sua ideia. Se desapegue para que você tenha tempo de pensar o seu negócio. Foque-se no estratégico.

Diariamente atendo dezenas de contatos de Correspondentes Bancários e alguns me dizem estar estudando marketing digital.

Eles ficam “batendo cabeça” pra aprender a divulgar seu negócio na Internet, aplicando fragmentos de conhecimentos incompletos, investindo em anúncios ou estratégias errados, quando na verdade deveriam estar melhorando os seus processos de prospecção e atendimento de clientes interessados em obter crédito.

E eu pergunto: para quê você quer se especializar em Marketing Digital? Você é um Correspondente Bancário e tem que cuidar dos seus clientes, dos seus consultores e agentes, de trazer novas ideias ao seu negócios e, sobretudo, das suas comissões.

Admita, o marketing digital não é o foco técnico do trabalho de um correspondente bancário, mas poderá ser um excelente aliado na estratégia de captação, se aplicado por quem é especialista no assunto.

Tenha um pitch na ponta da língua

Acredite, você precisa ter um pitch prontinho na ponta da língua.

Você poderá precisar em diversas situações, como: captar investidor ou sócio, receber feedbacks e entender melhor se a sua ideia é boa mesmo ou precisa de ajustes e até mesmo para trazer bons profissionais para a sua equipe.

Eu brinco que o pitch é uma apresentação que deve caber nos 280 caracteres de um post no Twitter ou na bio do Instagram, mas é claro que isso é um modo simplificado de tentar explicar o que é um pitch.

Tem gente que chama de “pitch de elevador”, remetendo a ideia de uma apresentação rápida que dure o tempo de uma conversa de elevador, capaz de despertar o interesse do interlocutor.

Tecnicamente é uma apresentação de 3 a 5 minutos, que pode ser feita verbalmente, por slides (2 a 3) ou minisite, que deve conter basicamente: qual é a oportunidade, o mercado, o nicho, que problema soluciona, o que o torna diferente e o que pretende através daquele pitch.

Olha, se posso finalizar esse artigo com um conselho: desapegue-se da síndrome do “eu pensei nisso antes”. Toca o barco e pense sempre à frente. Uma ideia é só o ponto de partida para uma hipótese. E de uma hipótese podem surgir tantas variações de ideias… pense além!

O Projeto CORRESPONDENTE BANCÁRIO DIGITAL possui uma metodologia exclusiva. Pioneiro, Criativo e Inovador, respeita a identidade de cada empresa de Correspondente Bancário e a insere no Universo das Fintechs. ​

O Correspondente Bancário que possui o selo de qualidade Correspondente Bancário Digital tem garantia de dedicação na implementação do Projeto totalmente personalizado, levando em conta as especificidades de cada negócio, como é o caso das Franquias ou Agentes Autônomos de Crédito, incluindo organograma e formas de trabalhar, ritos e processos, gestão das operações e vendas, métricas e estruturação do SAC, entre outros. ​

 


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Um forte abraço.

Rosa Oliveira
CEO & Gerente de Projetos Digitais da Viver de Crédito

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