MANIFESTO PELA VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO E PELO EMPODERAMENTO DIGITAL

DO CORRESPONDENTE BANCÁRIO NO BRASIL

São Paulo, 1º de janeiro de 2018.

Contribuindo para criar valor no mercado de crédito.

A Viver de Crédito, fundada em 2008 como Correspondente Bancário, se reposiciona a partir desta data como uma Consultoria especializada em Posicionamento e Transformação Digital para Correspondentes Bancários, com o propósito de contribuir para criar valor no mercado de crédito.

Esse propósito nasce a partir da percepção de que considerável parte da área de Correspondentes Bancários no Brasil hoje é formada por profissionais que dependem de estratégias de prospecção que tendem a se tornar obsoletas por serem invasivas, tal como o telemarketing.

Além dos fatores de prospecção, a concorrência na área de Correspondentes Bancários tornou-se excessivamente acirrada nos últimos anos, de modo que esse “oceano vermelho” estimula práticas negativas que desvalorizam a profissão.

Outros fatores que conduzem o Correspondente Bancário para uma competição desmotivadora diz respeito à lentidão na atualização do Regulatório, que consequentemente, dentre outras, o impede de formalizar a CCB pelos canais digitais, bem como, utilizar nome-fantasia que faça analogia ao termo “banco”, práticas estas, que parecem ter maior flexibilidade com relação às fintechs no Brasil.

Algumas políticas das instituições financeiras, que atuam em conjunto ou por intermédio das promotoras, pressionam o Correspondente Bancário de forma deprimente e desfavorecem à atividade, acarretando em prejuízos constantes, tais como: políticas de coobrigação, estorno de comissão, pagamento diferido de comissão.

O Correspondente Bancário precisa ainda lidar com o risco de ser vítima de “clonagem de sua marca” por golpistas que praticam fraudes e cobram falsas taxas adiantadas de clientes para liberação de empréstimo e ao receber o adiantamento, desaparecem, gerando aborrecimentos e danos para o Correspondente Bancário que teve sua marca envolvida em ilegalidade.  

A grande preocupação é que todos esses problemas, em muitos casos, por um lado não só levam o Correspondente Bancário ao desespero por bater metas e fechar contratos, como também, por outro lado, estimula alguns profissionais a ultrapassar os limites éticos.  

Clientes recebem na maior parte dos casos sem ter concedido autorização, diversos telefonemas de Correspondentes Bancários com suas ofertas de crédito, disputando pela assinatura na CCB, um marketing de terror…

E para piorar, muitos contratos são formalizados sem o consentimento e conhecimento do cliente, em operações novas, refinanciamento e portabilidades de crédito.

Mas é na portabilidade que o Correspondente Bancário sofre ainda mais. Se submete a um processo de ansiedade que dura em média 20 dias. Se tudo der certo. 

A portabilidade solicitada pelo Correspondente Bancário pode ser retida com o aceite do cliente pelo banco de origem e resultar na perda da comissão e do cliente. 

A portabilidade pode ser retida pelo banco de origem, mesmo sem o aceite do cliente. 

A portabilidade pode ser desviada por outro Correspondente Bancário desesperado por bater meta e/ou antiético. 

Muitos Correspondentes Bancários acabam acreditando que certas atitudes antiéticas são a única maneira de sobreviver no mercado de crédito. 

E a desvalorização da profissão é muito injusta. Muito mesmo. Com todos os excelentes profissionais que há no mercado de Corbans.

Mas a área de Correspondentes Bancários não precisa ser assim. O Correspondente Bancário não deve agir assim. Todos os fatores que estão massacrando o profissional todos os dias não podem ser assim. Isso precisa mudar. Precisa melhorar. 

Muitos profissionais sérios e respeitados se sentem muito mal com esse tipo de atitude e estão desanimados com a desvalorização da atividade que esses fatores produzem.

A certificação obrigatória de Correspondente no País, que surgiu para regularizar a profissão e ajudar a melhorar a atividade foi um fator positivo. Porém, as associações de classe habilitadas para certificar a atividade aparentam não ter forças robustas para atuar em favor do Corban. E dependendo do caso, parecem agir em favor dos bancos e não do Correspondente Bancário. 

E foi para lutar pela valorização da profissão e do mercado de crédito que criamos este manifesto. 

O seu objetivo é chamar atenção das instituições financeiras, órgãos públicos, associações de classe e Correspondentes Bancários que prezam pela qualidade do crédito que é intermediado e mostrar que existem formas de melhorar, modernizar, digitalizar e modernizar o trabalho do Correspondente Bancário no Brasil.

Contribuindo para reinventar o mercado de crédito.

Queremos contribuir para reinventar o mercado de crédito. E que a atividade seja elevada ao patamar de reputação e preferência que as fintechs vem conquistando no Brasil, produzindo qualidade na operação, taxas justas, prospecção ética e não-invasiva, processos 100% digitais e de alta tecnologia e que a profissão não só, não desapareça, como inclusive, renasça como Correspondente Bancário Digital. 

Mostrar que na verdade, aquilo que desvalorizou profissão no passado, já não faz sentido quando o Correspondente Bancário Digital é empoderado de estratégias e cenários em que não seja um dependente, mas sim, uma marca bem posicionada no mercado.

Agora, eu imagino que você esteja se perguntando: Ok, mas como inovar e trocar o telemarketing pelo marketing de atração? Como me tornar um Correspondente Bancário Digital?

É sobre isso que vamos falar agora.

Usando a transformação digital para posicionar o Correspondente Bancário no cenário de Fintechs

Já que estamos falando sobre Correspondente Bancário Digital, é preciso deixar claro que Correspondente Bancário e Digital são duas coisas diferentes.

Correspondente Bancário é o negócio e Digital é a plataforma própria construída para abrigar as estratégias e canais que irão gerar novas formas de trazer clientes.

Uma plataforma sempre será uma plataforma.

Ao longo do tempo, novas estratégias surgem e velhas estratégias derretem, como deve ocorrer com o telemarketing primeiro.

Mas o legado fica. 

É o legado que turbina a estratégia do novo posicionamento do Correspondente Bancário e dá o tom para a nova forma de atrair operações de crédito.

Assim criamos valor para reinventar o mercado de crédito

Nós queremos levar nossa mensagem para o mercado de crédito e essa mensagem não pode ser apenas nossa.

Ela tem que estar em sintonia com todo o ecossistema. Bancos, financeiras, promotoras, correspondentes bancários, agentes de crédito, correspondentes bancários digitais, corbantechs, fintechs, bigtechs, afiliados… 

A nossa bandeira está levantada. Estamos convocando a nossa tribo. 

É possível democratizar a disrupção no mercado de crédito e transformar o Correspondente Bancário tradicional que nos últimos 15 anos movimentou a economia e contribuiu para a evolução do mercado de crédito no Brasil. É preciso sanar as dores também.

Acreditamos e lutaremos para que o Correspondente Bancário se posicione por sua qualidade, reputação e legado, usando intensamente a tecnologia e a inovação como nossas diretrizes.

Sinceramente,

Viver de Crédito

 

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